22 abril, 2008

Cavaleiros do apóca!

Tempestade, terremoto e o pastel do 02...

quais mais desgraças devo esperar pra hoje?

04 abril, 2008

No cardiologista...

-Mas se foi de coração, por que o senhor está cobrando?

Tontinha

Ontem vi as suas lágrimas. Como eu gostaria que elas não tivessem rolado! Desejei com toda força que a água desprendida nelas tivesse sido usada para apurar beijos ardentes ou para fazer brotar de forma diferente tudo que sentimos, como se sentimentos fossem como plantas que precisam de água e não de outras coisas.

Elas escorregaram pelo seu rosto apoiado em meu peito e, por pura poesia do destino, vieram a lavar meu coração. Foram lágrimas que não provei, mas aposto que salgadas não eram. Primeiro vieram com toda acidez necessária a retirar todas as manchas que mágoas formaram. Depois foram de uma doçura que não se encontra no mel mais raro, e foram úteis para fechar as feridas que as primeiras lágrimas talvez tenham aberto ao remover o que não prestava de dentro do meu peito.

Desculpe-me se parece breve. Meus olhos saberão expressar o que sinto melhor que minhas palavras. Perdoe-me se não falo de adeus. Não vejo sentido em falar de despedida quando uma pessoa tem lugar cativo em nosso coração – agora limpo de verdade! , uma imagem tão forte em nossa cabeça e desperta um desejo maior que tudo de estar sempre junto.

Toda sorte do mundo!
Te adoro!

01 abril, 2008

Valha-me, meu Santo Antônio!

Adorava desafios. Por isso sentou-se ao lado da moça mais bonita da festa. Ficou calado. Mais do que de desafios, gostava de milagres.