"Em primeiro lugar, esse negócio me chateia e, além disso, meus pais teriam um troço se eu contasse qualquer coisa íntima sobre eles."
Holden Caulfield
14 dezembro, 2008
11 dezembro, 2008
Nosso querido escocês
Sobre os processos seletivos
Não há quem não saiba de uma história meio sádica sobre processos seletivos. E aqui não estou julgando os métodos, dizendo se são bons, ruins, eficazes ou não. Só afirmo uma coisa: não servem para selecionar amizades.
Ou você contrataria alguém sabendo apenas essa pessoa gosta de cerveja, fala palavrão e é "tranquilão"? Pois foram os únicos três aspectos conhecidos do candidato a ocupar o quarto do meio do apartamento que inspirou a criação deste blog. Deixando claro que o terceiro ponto nem fora perguntado. Sendo cervejeiro e desbocado não haveria mais o que se consultar: estava aprovado!
Aos poucos, algumas nuances foram ressaltadas. Ele não gosta (só) de cerveja. Também aprecia um bom Whiskey (não Scott, essa porcaria!), bebe cachaça como um lord e entende como ninguém de vinhos baratos.
Pois esse é o nosso querido garoto-hormônios, de uma calma quase psicótica e maturidade gigantesca, só o vi gritar nas poucas vezes em que o Cruzeiro ganhou alguma partida e quando o Massa perdeu o campeonato na última volta para o Hamilton (ok.. não estou contando as vezes que ele fala ao celular... HAHAHAHAHA)
Hoje ele se vai. E digo isso sem o tom drámatico dos programas que ele nunca me deixou assistir (já te agradeci por isto?), mas sim, já com saudades das conversas sobre trabalho e mulheres e os trabalhos que as mulheres dão. Sobre o tempo, sobre política, sobre tudo em que ele gentilmente elogiava minha inteligência mesmo sabendo que o aluno ali era eu.
Só me resta, cá, torcer para que este jovem escocês de alma brasileira tenha o tanto de sucesso que merece... em qualquer lugar do mundo!
Forte abraço, Tod! E que nossos reencontros sejam tão frequentes quanto as vezes em que assistiu e assistirá o "Coração Valente"!!
Boa viagem! Boa nova jornada!
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