São Paulo, 22 de Setembro de 2008.
Hoje chegou a primavera. Data que, desconfio, foi instituída há exatos trinta anos, quando em alguma maternidade de Sã0 Paulo nascia aquela pequena menina - a mais rara e nobre da safra de 78. Mesmo sem saber os dados sobre seu tamanho, peso ou horário de nascimento, afirmo que era a recém nascida com o maior carisma e os olhos mais brilhantes que já passaram por aquele berçário. Sei disso porque são características que não mudam com o tempo. Ou seja, permanecem ainda mais fortes na pessoa que conhecemos hoje.
Uma verdadeira flor, comparação que evita pois se acredita menos delicada do que as frágeis plantas. Bobagem! Diz isso porque se prende a uma mera característica - que nem é comum a todas as flores! - e se esquece de outras qualidades ainda mais fortes em sua personalidade, seja a capacidade de mostrar novos brotos em situações e momentos que em que menos se espera - como uma flor que insiste em nascer no asfalto, seja quando faz da sua presença um motivo para alegrar qualquer ambiente. E o que dizer da sua capacidade "mutualista" de enfeitar uma montanha de adubo (reza a lenda que se aloja no 1105!) e dela retirar alguma força quando precisa? (e para sempre quando precisar!)
Por isso, hoje, presto todas as homenagens à única e verdadeira flor em forma de gente que conheço. Pela pessoa que é e pelos sonhos que nos faz acreditar.
E saiba, que se sem algum momento arrancamos alguma de suas pétalas, foi só para dizer, com a mais absoluta certeza, que o 1105...
... bem-lhe-quer!
Beijos! E toda felicidade do mundo!
Beijos! E toda felicidade do mundo!
Um comentário:
ô, que coisa mais lindaaaa! Tô até com ciumes! ahaha
Bjos
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